As vezes, me vejo contando um mito para alguém. Hoje isso aconteceu duas vezes. Curiosamente, os dois mitos, de Psiquê e Eros, e de Pandora, carregam um elemento em comum: a confiança. Hoje falei de confiança, de sofrimento, e de esperança. E foi interessante perceber como os mitos nos ensinam, quando falam conosco usando uma linguagem tão natural como a do sonho. Falam verdades múltiplas, algumas literais, algumas simbólicas. Algumas vezes, um simbolismo que nos toca de modo pessoal.
E estava relendo umas passagens do Nonnus de Panópolis, um autor que escreveu sobre Dionísio. E a passagem da morte de Ampelos é de uma beleza ímpar. E cada vez que leio, encontro um detalhe novo.
De certo modo, também é um mito que fala de amor, de "tentação", sofrimento e superação.
Contar histórias, aprender histórias, relembrar histórias. E eu fico feliz de poder ouvir e falar disso.
Aprendizado é um tipo de teia. E a cada vez encontramos exatamente os mestres que precisávamos para nos mostrar o caminho.
Eros e Psiquê, Anthony Van Dyck
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
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1 comentários:
Muito boas essas vivências.
Amo de paixão a história do amor de Dioniso e Âmpelo, assim como de Eros e Psiquê (Eros é meu segundo deus patrono, depois de Apolo) e da injustiçada Pandora.
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